Pela mão da revista do semanário
Expresso do passado sábado (às
oito da manhã, ou seja,
pela fresca), o leitor visita
Eduardo Lourenço, na sua casa em Lisboa. Pouco antes de partir a pé para a vizinha Fundação Calouste Gulbenkian, o ensaísta confessa ao também madrugador jornalista Bernardo Mendonça: «Gosto mesmo é das manhãs. Porque todos os começos de dia a pessoa tem a impressão que vai começar tudo de novo. Vivemos dessa pequena luz da esperança».
E talvez aqui encontre Eduardo Lourenço a impressionante energia que alimenta as suas infatigáveis curiosidade e generosidade de que o breve roteiro fotobiográfico das últimas semanas que aqui se partilha é apenas uma minúscula amostra.
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Eduardo Lourenço em casa a ler a imprensa (foto de Luís Barra: revista do jornal Expresso 21/III/2015) |
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Numa sessão de escritores com estudantes e docentes da Universidade de Évora na manhã do passado dia 5. Da esquerda para a direita vêem-se Fernando Pinto do Amaral, EL, Lídia Jorge e Ana Luísa Vilela que moderou o debate (foto in página de facebook da Universidade de Évora). |
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Numa esplêndida e comovida intervenção durante a cerimónia da entrega do Prémio Vergílio Ferreira 2015 à escritora Lídia Jorge na tarde 5 de Março de 2015 (foto in página de facebook da Universidade de Évora). | |
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Durante a mesma cerimónia, na tarde 5 de Março de 2015, com o seu Amigo Antonio Sáez Delgado (foto in página de facebook da Universidade de Évora) . |
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Durante uma visita ao Paço Ducal em Vila Viçosa na companhia de familiares e amigos (6 de Março de 2015) (foto de Ler Eduardo Lourenço) |
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Numa mesa redonda, moderada por Luís Caetano (ao meio), com o ensaísta argentino Alberto Manguel (à direita) no Funchal no passado dia 21 durante o Festival Literário da Madeira (foto página facebook do referido Festival) |